Décimo Quinto dia de Viagem - Sabado, 12 de novembro - 599 km rodados
Saimos tarde de Arica, por volta do meio dia rumo a Calama.
Desta vez a viagem foi mais dificil, pois durante quase toda a viagem, o vento estava implacável. Nossas motos andavam de lado, ou fora de prumo. O maior problema era quando fazíamos ultrapassagens ou quando havia algo tampando o vento. O desequilíbrio da moto era muito grande.
Chegamos em Calama, depois de muito trabalho com as motos. A viagem foi muito cansativa e desgastante.
Mas estamos bem.
Amanhã vai ser um novo dia.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
sábado, 12 de novembro de 2011
De Atico/Peru a Arica/Chile
Décimo Quarto dia de Viagem - Sexta Feira, 11 de novembro - 653 km rodados
O hotel Alícia nos recebeu muito bem e o conforto foix excelente. Saimos as 7:30 da manhã com a barriga e o tanque cheio.
Almoçamos em Moquegua, em um restaurante muito grande que tinha até piscina (vontade de entrar na água não faltou), mas não muito agradável, pois o som ambiente estava altíssimo - pedimos para abaixar, mas não nos atenderam.
Enchemos os tanques com combustível e continuamos a viagem.
"Um detalhe da viagem: Em Nazca, encontramos um brasileiro de Serra/ES, com uma moto (devia ser uma Dragstar). Ele nos abordou perguntando de onde nós éramos. Não me pareceu muito amistoso, pois disse de onde ele era e saiu não querendo prosa. Algumas horas mais tarde, abastecemos num posto e lá estava sua moto parada.
Paramos nossas motos ao lado da dele e vimos que ele conversava com um camioneiro. Achamos extranho, pois ele nos viu e nem deu as caras. Continuamos nossa viagem.
No dia seguinte na saida de Moquegua, lá estava ele novamente. Foi a mesma coisa - nos viu e nada de conversa.
Encontrar com brasileiros por essas bandas, para nós é só motivo de alegria e fazer novas amizades."
Fronteira Perú / Chile.
Desta vez foi mais fácil, mas nem por isso foi descomplicada. Tiramos algumas fotos das placas e entra( mos no Chile - Já era noite quando chegamos ao hotel Arica (o único 4 estrelas que ficamos na viagem). Desta vez optamos por ficar em um dos chalés a beira mar.
O horário no Chile é de 1 hora a mais que no Brasil, e isso altera novamente nossa rotina, pois no Perú era de 3 horas a diferença.
Depois que tomamos banho e arrumamos nossas coisas, fomos jantar e vimos que já era 11:00 da noite. Acabamos por lanchar no próprio hotel.
Paramos por aqui.
Boa noite.
O hotel Alícia nos recebeu muito bem e o conforto foix excelente. Saimos as 7:30 da manhã com a barriga e o tanque cheio.
Hotel Alícia
Continuamos pela rodovia Panamericana, tendo ao lado direito o oceano pacífico e do lado esquerdo, as montanhas. As vezes o mar desaparecia da nossa vista, e logo em seguida reaparecia. A estrada extremamente perigosa, com muitos caminhões, desta vez com alguns túneis - todos sem iluminação e com curva no final do mesmo. Não dá para vacilar. Qualquer erro é "caixão e vela preta" , como diz o Marcelo.Almoçamos em Moquegua, em um restaurante muito grande que tinha até piscina (vontade de entrar na água não faltou), mas não muito agradável, pois o som ambiente estava altíssimo - pedimos para abaixar, mas não nos atenderam.
Enchemos os tanques com combustível e continuamos a viagem.
"Um detalhe da viagem: Em Nazca, encontramos um brasileiro de Serra/ES, com uma moto (devia ser uma Dragstar). Ele nos abordou perguntando de onde nós éramos. Não me pareceu muito amistoso, pois disse de onde ele era e saiu não querendo prosa. Algumas horas mais tarde, abastecemos num posto e lá estava sua moto parada.
Paramos nossas motos ao lado da dele e vimos que ele conversava com um camioneiro. Achamos extranho, pois ele nos viu e nem deu as caras. Continuamos nossa viagem.
No dia seguinte na saida de Moquegua, lá estava ele novamente. Foi a mesma coisa - nos viu e nada de conversa.
Encontrar com brasileiros por essas bandas, para nós é só motivo de alegria e fazer novas amizades."
Fronteira Perú / Chile.
Desta vez foi mais fácil, mas nem por isso foi descomplicada. Tiramos algumas fotos das placas e entra( mos no Chile - Já era noite quando chegamos ao hotel Arica (o único 4 estrelas que ficamos na viagem). Desta vez optamos por ficar em um dos chalés a beira mar.
O horário no Chile é de 1 hora a mais que no Brasil, e isso altera novamente nossa rotina, pois no Perú era de 3 horas a diferença.
Depois que tomamos banho e arrumamos nossas coisas, fomos jantar e vimos que já era 11:00 da noite. Acabamos por lanchar no próprio hotel.
Paramos por aqui.
Boa noite.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
De Cuzco a Nazca (Parte 2) - Atico
Décimo Terceiro dia de Viagem - Quinta Feira, 10 de novembro - 590 km rodados
Pela manhã conversamos com um grupo de 6 pessoas da antiga "Tchecoslováquia" que estavam hospedados no mesmo hotel. Eles estavam em 4 motos (2 BMW e 2 KTM) e iniciaram sua viagem de 45 dias em Lima com destino ao Ushuaia.
Saimos às 6:30 da manhã, sem o "desayuno".
Chegando em Nazca fomos direto ao aeroporto. Demos "sorte" e achamos um vôo para aquela hora. Por apenas US$ 95,00!!! Coseguimos um avião para sobrevoar as Linhas de Nazca. Para nossa surpresa o avião não partiria sem sua capacidade completa (4 passageiros) e portanto o prazo que nos foi dado para a partida, já estava atrazado. Depois de mais de uma hora de espera, chegou o último passageiro. Mas nos foi passada, com muita surpresa, a informação que tínhamos ainda que pagar uma taxa de embarque no valor de S/ 25,00 por pessoa. Achamos que isso foi uma "sacanagem"do cara que nos vendeu o vôo e acabamos por desistir da viagem e fomos embora.
Vimos o por do sol mais uma vez e rodamos até escurecer. Paramos na cidade de Atico, à beira do Pacífico, e nos hospedamos no hotel Alicia.
Bastante cansado, termino o dia com um grande abraço para todos os nossos amigos que estáo nos seguindo e nos apoiando.
Esperamos que esta viagem sirva de aprendizado para todos aqueles que um dia queiram seguir os nossos caminhos,
Boa noite
Pela manhã conversamos com um grupo de 6 pessoas da antiga "Tchecoslováquia" que estavam hospedados no mesmo hotel. Eles estavam em 4 motos (2 BMW e 2 KTM) e iniciaram sua viagem de 45 dias em Lima com destino ao Ushuaia.
Saimos às 6:30 da manhã, sem o "desayuno".
Chegando em Nazca fomos direto ao aeroporto. Demos "sorte" e achamos um vôo para aquela hora. Por apenas US$ 95,00!!! Coseguimos um avião para sobrevoar as Linhas de Nazca. Para nossa surpresa o avião não partiria sem sua capacidade completa (4 passageiros) e portanto o prazo que nos foi dado para a partida, já estava atrazado. Depois de mais de uma hora de espera, chegou o último passageiro. Mas nos foi passada, com muita surpresa, a informação que tínhamos ainda que pagar uma taxa de embarque no valor de S/ 25,00 por pessoa. Achamos que isso foi uma "sacanagem"do cara que nos vendeu o vôo e acabamos por desistir da viagem e fomos embora.
Sabíamos que havia um mirante que dava para ver alguma coisa e fomos em busca dele. Pegamos a estrada em direção a Lima e antes mesmo de chegar ao ponto, tivemos um pequeno probleminha que terminou num grande problemão: a roupa "segunda pele" que o Henrique deixara amarrada sobre a mala lateral acabou se soltando e se enrolou na roda da moto. Por pouco que não acontece o travamento da roda. Soltamos o que sobrou da roupa e fomos em frente. Rodamos uns 20 km, vimos algumas das linhas e na volta o problemão: o suporte que prende a pinça de freio se quebrou devido ao esforço lateral da roupa enrolada no eixo. Foi preciso então retirar o eixo da roda para retirar o suporte quebrado. Amarramos a pinça na pedaleira traseira e a viagem contina sem freio traseiro. Para o Henrique isso não é um problema porque ele está acostumado a não usar o freio traseiro, mas de qualquer maneira não é uma situação normal e portanto resolvemos mantê-lo no centro do comboiio por enquanto, até que esteja acostumado a andar sem freio traseiro definitivamente, ou até sua chegada de volta a São Paulo.Vimos o por do sol mais uma vez e rodamos até escurecer. Paramos na cidade de Atico, à beira do Pacífico, e nos hospedamos no hotel Alicia.
Bastante cansado, termino o dia com um grande abraço para todos os nossos amigos que estáo nos seguindo e nos apoiando.
Esperamos que esta viagem sirva de aprendizado para todos aqueles que um dia queiram seguir os nossos caminhos,
Boa noite
De Cuzco a Nazca
Décimo Segundo dia de Viagem - Quarta Feira, 9 de novembro - 384 km rodados
Saimos de Cuzco pela manhã, mas antes paramos na Plaza de Armas para tirar algumas fotos. Isso tomou um pouco a mais de tempo, que mais tarde faria a diferença no tempo que pilotaríamos à noite.
Sabíamos que este trecho seria muito difícil. E põe difícil nisso. Num total de pouco mais de 550 km, a estrada no trecho que antecede Abancay tem partes sem asfalto em trecho de descida, em meio a um vale e com curvas. Isso a torna mais perigosa e tensa. Em todo o percurso desta estrada, vimos dezenas de "caracoles". Muitas e muitas curvas. Sempre subindo e descendo montanhas. Pouquissimas retas ou quase nehuma com mais de 1 km.
Para quem acha difícil a serra de Ubatuba, ou a do Rio do Rastro, é porque ainda não conhece esta estrada.
Veja no link o trecho da viagem: http://maps.google.com.br/maps/myplaces?vpsrc=0&ctz=180&abauth=dab9ad3b:9xpE7OSgH8yeVTnkQnQ81pBfIHo&vps=4&ei=FJa8TsHtMsHv8QalrpnHBA&num=10
Uns 30 km antes de Abancay, o pneu traseiro da moto do Henrique furou. Usamos o "Tire Pando" e resolvemos o problema. Mas tínhamos que fazer o reparo definitivo em uma borracharia, pois não sabíamos se o conserto iria durar até o final da jornada do dia.
Chegamos em Abancay e fomos procurar uma borracharia. Foi uma dureza!!!
O povo (em todo o Perú) não está acostumado a dar informações e portanto não sabe explicar direito. Muitos falam com a gente como se estivessem falando com um nativo, ou seja, falam muito rápido e não dá para entender quase nada.
Consertado o pneu, fomos almoçar num restaurante de um hotel da cidade. Deixamos as motos na sombra e dentro do estacionamento do hotel. Deu para descançar um pouco, pois com o fato do pneu ter furado, gastamos muito tempo e nos trouxe um pouco de tensão extra. O calor estava nos escaldando.
O horário do Perú é com 3 horas a menos que no Brasil. Às 6 da tarde o sol se põe e começa a escurecer. Como estávamos entre as montanhas, com o por do sol, vem o frio. Rodamos umas 2 horas no escuro e com baixa temperatura. Porém a estrada, mesmo com muitas curvas tinha boa visibilidade devido a ótima sinalização e também com a ajuda da mãe natureza, pois a Lua Cheia nos ajudava, dando uma clareada extra para a noite.
Conseguimos chegar na pequena cidde de Puquio e procurar por um hostal. O melhor que encontramos e com garagem foi o Yosef - muito ruim, mas deu para dormir uma noite.
Saimos de Cuzco pela manhã, mas antes paramos na Plaza de Armas para tirar algumas fotos. Isso tomou um pouco a mais de tempo, que mais tarde faria a diferença no tempo que pilotaríamos à noite.
Sabíamos que este trecho seria muito difícil. E põe difícil nisso. Num total de pouco mais de 550 km, a estrada no trecho que antecede Abancay tem partes sem asfalto em trecho de descida, em meio a um vale e com curvas. Isso a torna mais perigosa e tensa. Em todo o percurso desta estrada, vimos dezenas de "caracoles". Muitas e muitas curvas. Sempre subindo e descendo montanhas. Pouquissimas retas ou quase nehuma com mais de 1 km.
Para quem acha difícil a serra de Ubatuba, ou a do Rio do Rastro, é porque ainda não conhece esta estrada.
Veja no link o trecho da viagem: http://maps.google.com.br/maps/myplaces?vpsrc=0&ctz=180&abauth=dab9ad3b:9xpE7OSgH8yeVTnkQnQ81pBfIHo&vps=4&ei=FJa8TsHtMsHv8QalrpnHBA&num=10
Uns 30 km antes de Abancay, o pneu traseiro da moto do Henrique furou. Usamos o "Tire Pando" e resolvemos o problema. Mas tínhamos que fazer o reparo definitivo em uma borracharia, pois não sabíamos se o conserto iria durar até o final da jornada do dia.
Chegamos em Abancay e fomos procurar uma borracharia. Foi uma dureza!!!
O povo (em todo o Perú) não está acostumado a dar informações e portanto não sabe explicar direito. Muitos falam com a gente como se estivessem falando com um nativo, ou seja, falam muito rápido e não dá para entender quase nada.
Consertado o pneu, fomos almoçar num restaurante de um hotel da cidade. Deixamos as motos na sombra e dentro do estacionamento do hotel. Deu para descançar um pouco, pois com o fato do pneu ter furado, gastamos muito tempo e nos trouxe um pouco de tensão extra. O calor estava nos escaldando.
O horário do Perú é com 3 horas a menos que no Brasil. Às 6 da tarde o sol se põe e começa a escurecer. Como estávamos entre as montanhas, com o por do sol, vem o frio. Rodamos umas 2 horas no escuro e com baixa temperatura. Porém a estrada, mesmo com muitas curvas tinha boa visibilidade devido a ótima sinalização e também com a ajuda da mãe natureza, pois a Lua Cheia nos ajudava, dando uma clareada extra para a noite.
Conseguimos chegar na pequena cidde de Puquio e procurar por um hostal. O melhor que encontramos e com garagem foi o Yosef - muito ruim, mas deu para dormir uma noite.
Atingimos do Objetivo: MACHU PICCHU
Décimo Primeiro dia de Viagem - Terça Feira, 8 de novembro - 0km rodados
Chegamos em Cuzco ainda era dia claro. O hotel que ficamos estava reservado (fizemos a reserva pelo "booking.com") com 1 dia de antecedência. Era o Hostal Atlantis. Simples mas bem limpo, com vagas improvidadas para nossas motos.
Saimos a noite para jantar, próximo á Plaza de Armas e para nos informar dos passeios a Machu Picchu.
Compramos os bilhetes do trem (US$ 131,00) com saída de Poroi indo até Águas Calientes. Poroi é uma cidade há vinte e cinco minutos de Cuzco, onde chegamos de taxi (S/ 25,00).
O trem nos levou até Águas Calientes em 3:30hs.
Chegando lá, compramos os tickets para ingresso no parque arqueológico, por S/136,00 e também a passagem para o onibus que nos levaria até o sítio de Machu Picchu (S/15,00).
Para retornar: onibus até Águas Calientes; trem até outra estação - Olitamtaimbo (distante 1:30 hs de Cuzco); pegamos uma van até Cuzco e um taxi até o hotel (Ufa!!).
Uma pequena jornada- Chegamos no hotel cansados e por isso não deu para escrever nada no blog neste dia.
Mas voltando um pouco, vamos falar mais sobre o passeio.
A viagem de trem, foi muito legal. O trem, que tem apenas 2 vagões, anda bem devagar. O motivo é porque tem bitola estreita e porque existem muitas curvas no percurso. Se fosse possível ir de carro, daria no máximo uma hora e meia. A viagem transcorreu na maior tranquilidade, com música típica do Perú, mantendo o clima bastante ZEN !
Águas Calientes é um lugar bem transado, com muitos bares e restaurantes e alguns hotéis também. (Acho que é melhor ficar lá do que em Cuzco) - com várias lojas para venda de souvenir, objetos diversos incluindo roupas típicas do Perú.
O onibus que sobre uma serrinha em estrada de terra é na verdade um micro onibus que sobe sempre lotado e vai um em seguida do outro. De Machu Picchu, dá para ver a subida de todos eles.
O governo local, permite que entre no sítio arqueológico, no máximo 2.500 pessoas por dia. No dia que compramos os tickets de t.rem, fizemos a pesquisa na internet e tinha sido liberado ingresso para pouco mais de 1100 pessoas.
Em Machu Picchu o visual é o máximo - é algo de extraordinário, As perguntas obvias são: como esse povo conseguiu talhar aquelas pedras? Como conseguiram leva-las para aqueles lugares e como conseguiram içá-las e empilhá-las? Mas, são muitas dúvidas que vão ficar sem respotas.
Estar na cidade de Machu Picchu, nos carrega de uma energia muito boa - é inexplicável.
Chegamos em Cuzco ainda era dia claro. O hotel que ficamos estava reservado (fizemos a reserva pelo "booking.com") com 1 dia de antecedência. Era o Hostal Atlantis. Simples mas bem limpo, com vagas improvidadas para nossas motos.
Saimos a noite para jantar, próximo á Plaza de Armas e para nos informar dos passeios a Machu Picchu.
Compramos os bilhetes do trem (US$ 131,00) com saída de Poroi indo até Águas Calientes. Poroi é uma cidade há vinte e cinco minutos de Cuzco, onde chegamos de taxi (S/ 25,00).
O trem nos levou até Águas Calientes em 3:30hs.
Chegando lá, compramos os tickets para ingresso no parque arqueológico, por S/136,00 e também a passagem para o onibus que nos levaria até o sítio de Machu Picchu (S/15,00).
Para retornar: onibus até Águas Calientes; trem até outra estação - Olitamtaimbo (distante 1:30 hs de Cuzco); pegamos uma van até Cuzco e um taxi até o hotel (Ufa!!).
Uma pequena jornada- Chegamos no hotel cansados e por isso não deu para escrever nada no blog neste dia.
Mas voltando um pouco, vamos falar mais sobre o passeio.
A viagem de trem, foi muito legal. O trem, que tem apenas 2 vagões, anda bem devagar. O motivo é porque tem bitola estreita e porque existem muitas curvas no percurso. Se fosse possível ir de carro, daria no máximo uma hora e meia. A viagem transcorreu na maior tranquilidade, com música típica do Perú, mantendo o clima bastante ZEN !
Águas Calientes é um lugar bem transado, com muitos bares e restaurantes e alguns hotéis também. (Acho que é melhor ficar lá do que em Cuzco) - com várias lojas para venda de souvenir, objetos diversos incluindo roupas típicas do Perú.
O onibus que sobre uma serrinha em estrada de terra é na verdade um micro onibus que sobe sempre lotado e vai um em seguida do outro. De Machu Picchu, dá para ver a subida de todos eles.
O governo local, permite que entre no sítio arqueológico, no máximo 2.500 pessoas por dia. No dia que compramos os tickets de t.rem, fizemos a pesquisa na internet e tinha sido liberado ingresso para pouco mais de 1100 pessoas.
Em Machu Picchu o visual é o máximo - é algo de extraordinário, As perguntas obvias são: como esse povo conseguiu talhar aquelas pedras? Como conseguiram leva-las para aqueles lugares e como conseguiram içá-las e empilhá-las? Mas, são muitas dúvidas que vão ficar sem respotas.
Estar na cidade de Machu Picchu, nos carrega de uma energia muito boa - é inexplicável.
Atingindo o objetivo:Machu Picchu
Locais para plantações
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Chegando em Cuzco
Décimo dia de Viagem - Segunda Feira, 7 de novembro - 386 km rodados
O hotel que ficamos na cidade de Puno foi um dos melhores até o momento. O Colon Inn, em estilo colonial, tem piso de tábuas corridas nos quartos e um charmoso jardim de inverno, fica localizado próximo à Plaza de Armas numa das ruas principais da cidade. Tem um ambiente bastante charmoso e acolhedor. Na entrada você já pode disfrutar de um "Te" de folhas de coca, para afastar o mal da altitude, que tem nos perseguido por grande parte da viagem, desde que entramos no Chile pelo Passo de Jama.
Vou falar um pouco sobre a nossa impressão sobre as cidades do Peru:
O povo em geral parece bastante pobre. Quase que não se vê automóveis particulares nas ruas. A grande maioria são de taxis e de moto táxis. E toda a população anda nesses taxis - estão sempre ocupados.
As casas tem a aparencia pobre também, pois não são rebocadas por fora, lembrando muito os bairros afastados das grandes cidades brasileiras.
O trânsito é caótico. Todos buzinam a todo momento, querendo passar. É uma grande confusão.
Saimos pela manhã rumo a Cuzo, passando pela cidade de Juliaca. Como sempre, uma cidade bastante confusa, com um trânsito complicadíssimo. Demoramos cerca de 30 minutos para cruzar o centro da cidade (daria para fazer em 3 ou 4 no máximo).
Para chegar em Cuzco, foi o pior trecho de estrada até o momento. Com buracos, desvios e obras a todo momento. Foi a parte da viagem que fiquei um pouco tenso, devido a esses entraves. Eu e o Henrique, quase que caímos num trecho de terra fofa em um desvio. Além disso os motoristas peruanos não respeitam os outros veículos - um desses entrou com seu caminhão na estrada, bem na minha frente me dando aquele susto.
Mas na metade final do trecho, o visual acabou compensando, com muitas montanhas ao lado da estrada e um rio de águas limpas embelezando a paisagem.
O hotel que ficamos na cidade de Puno foi um dos melhores até o momento. O Colon Inn, em estilo colonial, tem piso de tábuas corridas nos quartos e um charmoso jardim de inverno, fica localizado próximo à Plaza de Armas numa das ruas principais da cidade. Tem um ambiente bastante charmoso e acolhedor. Na entrada você já pode disfrutar de um "Te" de folhas de coca, para afastar o mal da altitude, que tem nos perseguido por grande parte da viagem, desde que entramos no Chile pelo Passo de Jama.
Vou falar um pouco sobre a nossa impressão sobre as cidades do Peru:
O povo em geral parece bastante pobre. Quase que não se vê automóveis particulares nas ruas. A grande maioria são de taxis e de moto táxis. E toda a população anda nesses taxis - estão sempre ocupados.
As casas tem a aparencia pobre também, pois não são rebocadas por fora, lembrando muito os bairros afastados das grandes cidades brasileiras.
O trânsito é caótico. Todos buzinam a todo momento, querendo passar. É uma grande confusão.
Saimos pela manhã rumo a Cuzo, passando pela cidade de Juliaca. Como sempre, uma cidade bastante confusa, com um trânsito complicadíssimo. Demoramos cerca de 30 minutos para cruzar o centro da cidade (daria para fazer em 3 ou 4 no máximo).
Para chegar em Cuzco, foi o pior trecho de estrada até o momento. Com buracos, desvios e obras a todo momento. Foi a parte da viagem que fiquei um pouco tenso, devido a esses entraves. Eu e o Henrique, quase que caímos num trecho de terra fofa em um desvio. Além disso os motoristas peruanos não respeitam os outros veículos - um desses entrou com seu caminhão na estrada, bem na minha frente me dando aquele susto.
Mas na metade final do trecho, o visual acabou compensando, com muitas montanhas ao lado da estrada e um rio de águas limpas embelezando a paisagem.
domingo, 6 de novembro de 2011
Moquegua a Puno
Nono dia de viagem: Domingo, 6 de novembro - 230 km rodados.
Tomamos o café da manhã no hotel e saimos cedo rumo a Puno.
A estrada foi pura diversão para nós motociclistas - só curvas. A velocidade foi muito baixa e por isso a viagem não rendeu muito, pois somente rodamos 230 km. Novamente muito deserto pela frente, mas muito bonito de se ver. Vimos muitas montanhas de cor verde (deve ser a cor verde do cobre), vermelho, marrom amarelo, e vimos também muitos animais na pista: vicunhas, lhamas, carneiros, etc.
Paramos para fazer umas colunas de pedras amontoadas... dizem que dá sorte.
Nas montanhas, mesmo com muito sol, faz bastante frio.
Essa estrada foi boa para gastar um pouco as bandas laterais dos pneus - que estão ficando quadrados.
Passamos por algumas vilas e pequenas cidades neste trajeto. Tiramos fotos com algumas crianças do local.
E eu comprei um terreno...
Levei um tombo com a moto quando entramos num desvio. A terra era muito fofa e alta, além disso tinha também um buraco mais fundo. Náo deu para controlar e fui parar no chão. Mas não foi nada grave, pois estava quase parado. Nem houve danos na moto e muito menos em mim.
Chegamos em Puno na hora do almoço e fomos logo procurar um restaurante e também um hotel.
A cidade tem um aspecto muito pobre, com casas de tijolos sem rebocar e sem pintar. Ruas muito estreitas e todo mundo buzinando. Aqui os motoristas não respeitam os pedestres - passam por cima mesmo!
Pouca gente aqui tem automóvel, mas tem muito táxi e muito moto taxi que mais se parece com uma charrete sem cavalo.
As 4 horas da tarde, saímos para conhecer as ilhas flutuantes dos Uros. Um povo antigo que constroi ilhas com a "totora" , uma espécie de junco que quando trançadas formam as ilhas. No total, dá uma altura de 2 metros deste material. Nessas ilhas eles constroem suas casas e vivem desde 1584 quando foram perseguidos pelos espanhóis. Hoje vivem dos trabalhos artesanais que vendem aos turistas.
Compramos seus artezanatos, vestimos suas roupas e passeamos de barco construito de totora e depois fomos embora para o hotel. Foi o dia mais pitoresco até o momento.
Amanhã cedo sairemos para Cuzco, a etapa final da viagem.
Abraço a todos e espero que estejam gostando também como nós.
Tomamos o café da manhã no hotel e saimos cedo rumo a Puno.
A estrada foi pura diversão para nós motociclistas - só curvas. A velocidade foi muito baixa e por isso a viagem não rendeu muito, pois somente rodamos 230 km. Novamente muito deserto pela frente, mas muito bonito de se ver. Vimos muitas montanhas de cor verde (deve ser a cor verde do cobre), vermelho, marrom amarelo, e vimos também muitos animais na pista: vicunhas, lhamas, carneiros, etc.
Paramos para fazer umas colunas de pedras amontoadas... dizem que dá sorte.
Nas montanhas, mesmo com muito sol, faz bastante frio.
Essa estrada foi boa para gastar um pouco as bandas laterais dos pneus - que estão ficando quadrados.
Passamos por algumas vilas e pequenas cidades neste trajeto. Tiramos fotos com algumas crianças do local.
E eu comprei um terreno...
Levei um tombo com a moto quando entramos num desvio. A terra era muito fofa e alta, além disso tinha também um buraco mais fundo. Náo deu para controlar e fui parar no chão. Mas não foi nada grave, pois estava quase parado. Nem houve danos na moto e muito menos em mim.
Chegamos em Puno na hora do almoço e fomos logo procurar um restaurante e também um hotel.
A cidade tem um aspecto muito pobre, com casas de tijolos sem rebocar e sem pintar. Ruas muito estreitas e todo mundo buzinando. Aqui os motoristas não respeitam os pedestres - passam por cima mesmo!
Pouca gente aqui tem automóvel, mas tem muito táxi e muito moto taxi que mais se parece com uma charrete sem cavalo.
As 4 horas da tarde, saímos para conhecer as ilhas flutuantes dos Uros. Um povo antigo que constroi ilhas com a "totora" , uma espécie de junco que quando trançadas formam as ilhas. No total, dá uma altura de 2 metros deste material. Nessas ilhas eles constroem suas casas e vivem desde 1584 quando foram perseguidos pelos espanhóis. Hoje vivem dos trabalhos artesanais que vendem aos turistas.
Amanhã cedo sairemos para Cuzco, a etapa final da viagem.
Abraço a todos e espero que estejam gostando também como nós.
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